25/12/08

A Todos os Meus Amigos...


Para todos aqueles que em 2008 me passaram correntes dizendo que, se reenviasse, ia ficar rica ou milionária, informo que
NÃO FUNCIONOU!
Em 2009 por favor mandem dinheiro, presentes ou vales de gasolina.
Obrigada.

ps: não aceito acções do BPN.

24/12/08

UM PAI NATAL PARA TODOS...

Um Pai Natal para todos,
de 2 e de 4 patas,
são os meus votos sinceros.
Eles dão tanto e pedem tão pouco.
Ajude a Ajudar!
Mélinha

provérbio português

apanha-se mais depressa um mentiroso
do que um coxo.

provérbio japonês


o carácter é como um
remendo: bom ou mau
serve a quem o tem.

provérbio persa


um belo rosto é a chave
das portas fechadas.

provérbio grego


a mulher sofre mais do
que o homem do mal
de amor, mas sabe
dissimulá-lo melhor.

17/12/08

Poupança alentejana...

Sugestão de poupança.
Muito útil nos tempos que correm e possível de enviar mesmo aos que estão longe...
basta um simples telefonema!!!

- Estouuuu... é da polícia?
- É sim, em que posso ajudá-lo?
- Queria fazer quexa do mê vizinho Maneli. Ele esconde droga dentro dos troncos da madeira para a larera.
- Tomámos nota. Muito obrigado por nos ter avisado.

No dia seguinte os agentes da polícia estavam em casa do Manel.
Procuraram o sítio onde ele guardava a lenha, e usando machados abriram ao meio todos os toros que lá havia, mas não encontraram droga nenhuma.
Praguejando foram-se embora.
Logo de seguida toca o telefone em casa do Manel.

-Oh Maneli, já aí foram os tipos da polícia?
- Já pois...
- E racharam-te a lenha toda?
- Sim pois...
- Atão Feliz Natal, home! Esse foi o mê presente deste ano!

A Consulta...

Onde é que tu estavas? - pergunta a mãe à menina.
- No quarto, a brincar aos médicos com o Joãozinho.
Ele era o médico e eu a doente.
A mãe dá um grito e um salto da cadeira.
- Aos médicos!?!
- Médicos da Caixa, mãe... ele nem me atendeu!

11/12/08

Um arco íris na sua vida...

Esta é mais uma estórinha, do dia-a-dia, mas com um final bem feliz...

Há coisa dum mês e tal vi um cão, no centro de Odivelas, e apercebi-me que as pessoas não se chegavam a ele, pelo contrário faziam um pequeno desvio, mesmo as que estavam a passear os seus animais.
Fui vê-lo mais de perto, estava encostado à parede lateral dum prédio a apanhar sol, e a pele parecia que estava queimada, com muito mau aspecto.
Fiquei de rastos.
Sem ter condições para o acolher, para o levar ao veterinário...mimei-o, comprei-lhe comida, deixei uma vazilha com água e tive de ir a correr para o trabalho...
Voltei lá à noite mas já não o vi...
Nos dias seguintes não consegui ir ao mesmo local, mas estava atenta por onde passava a ver se o via...
Na semana passada ao passear o meu Manoel (de 4 patas) vi uma senhora que estava a colocar uma caixa, debaixo dum banco de pedra, com dois cães de volta dela...fui até lá...
O cão maior era dela, e o outro nem o reconheci...
A miga mora mesmo ali, reparou no menino, passou a tratar dele, a sarna já tinha desaparecido, estava a fazer-lhe uma caminha com um edredão e forrada com um plástico por causa da chuva, punha-a à noite e retirava-a de manhã. Disse-me que não tinha condições para ter um 2º animal mas que não foi capaz de virar a cara ao sofrimento dele...
Como não tem net combinei no fim-de-semana passar por lá para tirar umas fotos, divulgá-lo nos foruns dos animais e fazer circular um mail à procura duns donos que o merecessem...
No sábado fui até lá mas já não o vi, andei pela zona e nada...
Ontem à noite, quando ia para casa, vi os dois meninos a passearem e estranhei porque tinham ambos coleiras...chamei a miga para saber se estava tudo bem...
Pois é...
Melhor não podia estar...
Com as chuvadas ela não aguentou, foi buscá-lo à rua, e fui testemunha ali mesmo: o menino pôs-se em pé a dar-lhe beijinhos ^..^
Foi um arco-íris às 8 e tal da noite...

03/12/08

O Advogado e o Alentejano!


Um advogado, todo Lisboeta, vai caçar patos para o Alentejo.
Dá um tiro, acerta num pato, mas o bicho cai dentro da propriedade de um lavrador.
Enquanto o advogado saltava a vedação, o lavrador chega no tractor e pergunta-lhe o que estava ele a fazer.
O advogado respondeu:
- Acabei de matar um pato, mas ele caiu na sua terra, e agora vou buscá-lo.
O velhote responde:
- Esta propriedade é privada, por isso não pode entrar.
O advogado, indignado:
- Eu sou um dos melhores advogados de Portugal! Se não me deixa ir buscar o pato eu processo-o e fico-lhe com tudo o que tem!
O lavrador sorriu e disse:
- O senhor não sabe como é que funcionam as coisas no Alentejo! Nós aqui temos o Código Napoleónico! Nós resolvemos estas pequenas zangas com a Regra Alentejana dos Três Pontapés. Primeiro eu dou-lhe três pontapés; depois você dá-me três pontapés e assim consecutivamente até um de nós desistir!
O advogado já se estava a sentir violento há um bocado, olhou para o velho e pensou que era fácil dar-lhe uma carga de porrada. Por isso, aceitou resolver as coisas segundo o costume local.
O velho, muito lentamente, saiu do tractor e caminhou até perto do advogado.
O primeiro pontapé, dado com uma galocha bem pesada, acertou directamente nas bolas do advogado, que caiu de joelhos e vomitou.
O segundo pontapé quase arrancou o nariz do advogado.
Quando o advogado caiu de cara, com as dores, o lavrador apontou o terceiro pontapé aos rins, o que fez com que o outro quase desistisse.
Contudo, o coração negro e vingativo do advogado falou mais forte.
Ele não desistiu, levantou-se, todo ensanguentado, e disse:
- Bora, velhote! Agora é a minha vez!
O lavrador sorriu e disse:
- Nah! Eu desisto...
...leve lá o pato!


(moral da estória: não te metas com um velhote alentejano ^..^)